O novo estagiário

29/04/2019
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Na reunião entediante e longa com os nossos chefes e colegas, os olhos do estagiário cruzaram-se demasiadas vezes com os meu olhar. Estaria ele nervoso e via em mim alguém de confiança? Ou estaria a provocar-me? Cá por mim preferia esta segunda hipótese, pois o sujeito era exatamente o género de homem que me atrai. Dos olhares furtivos, passámos aos sorrisos dissimulados e só foi pena termos alguma distância entre nós, pois acredito que iria tentar tocar-lhe com o pé descalço por baixo da mesa!

Foi-me delegada a função de mostrar todo o departamento e o gabinete que iríamos partilhar, enquanto todos iriam almoçar. Dirigimo-nos ao piso superior e pelo caminho fomos trocando umas palavras de circunstância. Os meus sapatos de salto alto marcavam uma cadência rápida e em breve iriam ficar esquecidos no chão do gabinete, juntamente com a saia preta e a blusinha branca de seda. Relembrei a lingerie que tinha vestido hoje de manhã. Tinha feito a escolha acertada. O estagiário iria também aprovar a cuequinha preta, diminuta e sensual. A sua voz era bastante agradável e deixou escapar com um sorriso “Estou a adorar saber que irei partilhar um gabinete consigo. É muito simpática!”.

E sem surpresas, entrámos no gabinete, fechei a porta e encostei-me de costas à mesma. Olhámo-nos durante uns segundos, fiz uma leitura rápida das intenções dele e o seu sorriso, o seu ar nervoso mas excitado mostrou que estávamos em sintonia. Foda-se, eu ía foder um desconhecido e estava a adorar a ideia. Aproximou-se de mim, passou com os dedos pela minha face, pelos meus lábios... Fechei os olhos, tranquei a porta ao mundo real, saí da minha zona de conforto e deixei que aquela pequena viagem, por caminhos desconhecidos fosse prazerosa para ambos e o destino fosse um orgasmo inesquecível!


Dos beijos carinhosos e tímidos, passámos rapidamente à brincadeira com as nossa línguas, húmidas e ávidas de curiosidade. As mãos estranhas ao meu corpo depressa se habituaram às minhas curvas. Os seus lábios carnudos e bem desenhados cedo serpentearam pelo meu pescoço, pelo meu decote, pelo contorno roliço das minhas mamas. Rapidamente também as minhas mãos se precipitaram nas suas costas ligeiramente musculadas. Sentia confiança naquele homem, mas não o conhecia.  Seria só tesão?

Em pouco tempo já a minha saia caía ao chão exatamente antes de me sentar na minha secretária. Curiosamente mantive os sapatos e as meias de renda, não havia tempo a perder. A rapidez com que senti as minhas cuecas a humedecerem deixou-me ainda mais rendida a este homem que eu não conhecia mas que me estava a deixar de pernas trémulas e coração galopante. Desapertou-me a blusa com um só movimento de raiva e força. Ouvi os botões a embaterem na parede e no chão. O seu olhar de predador esfomeado deixou-me ainda mais excitada. Era o meu tipo de sexo. Selvagem, puro e duro onde não há espaço para rodeios e floreados. Debrucei-me na secretária e alcancei a primeira gaveta. Tinha lá um preservativo perdido, na esperança de um dia foder um estranho no escritório. Hoje era o dia!

Enquanto isso as suas mãos libertavam-me as mamas do soutien branco e sensual e a sua língua quente contornou os meus mamilos rijos e excitados. Os nossos gemidos ecoavam pelo pequeno gabinete e, possivelmente, escapavam pelas frestas da janela mas, eu nem pensava no perigo que corríamos. De calças em baixo e pau lustroso e duro, colocámos com rapidez o preservativo. Sorvi a saliva assim que o senti rasgar o caminho dentro de mim.

No sexo, o estagiário já tinha feito o seu estágio, aliás teria uma pós-graduação com nota máxima. Sabia bem o que estava a fazer. Enquanto bombava a uma velocidade ora controlada, ora descontrolada pressionava os meus mamilos com os dedos hábeis, sugava-os e mordiscava-os. Acabei por alcançar um orgasmo fantástico, graças à sua mão  no meu clitóris e à velocidade vertiginosa que despendeu nesta reta final. Gritei, gemi alto, mordi-lhe um ombro e acredito que deixei marcas das minhas unhas no seu rabo e costas.

Pouco depois do meu culminar foi a sua vez. E, de olhos fechados, boca semi-aberta e um “foda-seee” sumido mas prolongado o estagiário atingiu o mais alto prazer possível numa relação que acabara de se iniciar. Neste momento, enquanto o observava atentamente e recuperava o meu discernimento, percebi que o prazer do sexo fortuito e descomprometido poderia passar a ser o meu tipo de sexo. Sem avaliações, julgamentos e comparações. Era foder pelo prazer momentâneo!

Enquanto nos vestíamos, sorridentes e cúmplices percebi que iria ser difícil partilhar um  gabinete com aquele homem sem nos voltarmos a envolver. Haveria tempo e espaço para mais algumas quecas. Fiz uma lista de compras mental que incluía mais preservativos, gloss especial e talvez umas bolas anais... just in case!

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