Diário de uma Submissa (Parte II)

23/01/2019
por

"Não estava preparada para ele, fiquei sem forças mas senti-me a ser puxada pelas algemas e, em menos de nada já estava de joelhos no chão alcatifado do hotel.

Ele estava mais calado que nunca. Conseguia ver a sua tesão por baixo das calças e eu só queria provar aquele pau e tomá-lo como meu. Estava envolta nestes pensamentos quando o senti atrás de mim a enrolar uma corda nos meus calcanhares. A excitação era cada vez maior e pedi em voz sussurrada.

 

 

- Senhor, espero ansiosamente que me foda! Estou tão excitada… - Olhei para ele procurando um sinal de aprovação, ou um sorriso carinhoso, mas percebi que íamos finalmente entrar em ação. Desapertou as calças à minha frente sabendo como eu estava desejosa de o provar. Olhou-me nos olhos quando me pediu para mamar no seu pau: “Engula-o minha menina”. Fechou os olhos, segurou-me na cabeça com ambas as mãos e deixou o seu pau escorregar pelos meus lábios e língua, até tocar na garganta, até quase me provocar o vómito! Fodeu-me a boca por uns largos minutos. O seu pau ficou todo lambuzado com a minha saliva, a pingar, lustroso e duro! Quero-o dentro de mim, mais do que nunca…

- Vou fodê-la agora, mas não quero que se venha, percebeu? Percebeu? – quase gritou enquanto me ajudava a levantar. Pegou-me ao colo, deitou-me na cama de lado, mantendo as algemas nos meus pulsos e as cordas nos meus tornozelos e numa posição desconfortável para mim senti, finalmente, o seu pau a penetrar-me. As estocadas eram fortes e profundas. As suas mãos na minha cintura e no meu rabo, mantinham-me imóvel e evitavam que me afastasse perante as suas investidas brutas e fortes. O orgasmo estava prestes a rebentar, mas não podia desobedecer às suas ordens. Pelos meus gemidos percebeu que devia abrandar e num gesto repentino retirou-me uma algema, que voltou a colocar mas com os braços à frente do corpo.

Num instante colocou-me de quatro na cama, voltou a segurar na chibata e fodeu-me numa velocidade louca, ao mesmo tempo que dava chibatadas no meu rabo já vermelho e dorido. Agarrou-me no cabelo puxando-me para ele, arqueei as costas e senti os seus dedos na minha boca. Chupei-os e lambi-os como se de um broche se tratasse e eu sei como isso o excita.

 

  

O êxtase estava para breve e a excitação levava-me a gemer alto, muito alto, até que as últimas estocadas levaram-nos ao prazer máximo do sexo. O orgasmo em simultâneo. O fogo-de-artifício humano que nos deslumbra e deixa sem palavras, de boca aberta a admirar a beleza sobre-humana do culminar deste ato tão animalesco e irracional.

Deitados lado a lado, descansamos e de sorriso no rosto, marcamos nova data, para um novo encontro. Desta vez o meu DOM surpreendeu-me oferecendo-me um presente: numa caixa pequena e discreta levo hoje para casa um mini vibrador vermelho, daqueles que posso levar na mala, para qualquer lado e que ninguém desconfia. “Obrigada, meu senhor! Irei usá-lo a pensar em si”. Despeço-me com um beijo discreto à porta do quarto do hotel e volto sorridente para casa, onde farei a contagem decrescente para um próximo encontro escaldante e surpreendente!

 

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