O prazer é todo meu

25/03/2019
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Vestido preto. Colado ao corpo. Luvas pretas e brilhantes. Cabelo liso e preso numa longa e perfeita trança. Mascarilha preta nos olhos. Baton vermelho nos lábios. Expressão séria e sem demonstrar qualquer emoção. Ao sábado à noite esta sou eu. De chicote numa mão e uma palmatória na outra. Gosto de dominar. Gosto que me obedeçam. Gosto de açoitar. Apertar. Amarrar. Espancar. Humilhar. Amordaçar. O poder é todo meu e isso faz-me sorrir por dentro. Controlo, planeio, preparo, espero. O prazer é todo meu!



As velas acesas no quarto não servem apenas para iluminar. Pego numa delas e aproximo-me do meu escravo. Verto a cera derretida sobre os seus ombros e costas. O seu corpo estremece ao contacto quente e excitante da cera líquida, que após escorrer um pouco, endurece. Tal como o seu sexo. Afasto-me e observo o meu servo. Um brilho nos meus olhos ilustra o prazer que tenho ao imaginar todos os cenários possíveis com o meu submisso. Ele não me vê. A venda preta deixa os outros sentidos mais alerta. Aproximo-me de novo e sem aviso pego na corrente da sua coleira e obrigo-o a deslocar-se, de joelhos pelo quarto. Ele obediente, como sempre deixa-se passear por mim, o tempo que eu quiser. Parámos, e em frente a ele, agarro no cabelo puxando a sua cabeça para cima.

De pernas bem abertas em frente à sua cara, o vestido já um pouco subido deixa o caminho livre para que o meu servo possa servir os meus desejos. “Coma-me a cona!” Ordeno com voz de comando rude e forte. Continuo a agarrar no seu cabelo. Com o chicote açoito-lhe fortemente as costas e os ombros. Ele continua vigoroso e sem parar. A sugar os meus lábios, a penetrar-me com a língua. A imagem vista de cima é tão excitante como o prazer que ele me proporciona com a sua boca. Leva-me a um orgasmo com mestria. Afasto-o avisando-o que terá de me comer a cona mais tarde...

Por entre as pernas ajoelhadas e agora presas nos tornozelos com uma corda preta vislumbro o seu membro duro e expectante por muita ação e toque. Continuo excitada. As mãos no chãos e ligadas uma à outra com um conjunto de contenção de movimentos, deixam-no na posição em que mais gosto de ver um homem. Pergunto-lhe se me quer foder. Acena afirmativamente e do seu membro, sempre duro, escorre um fio brilhante e transparente, até ao chão. A minha cona humedece ainda mais. Mordo o lábio inferior e pego na palmatória preta desferindo-lhe uma forte palmada na nádega. “Ai quer foder?” Pergunto-lhe uma e outra vez intercalando apenas com o som do contacto quente da palmatória na sua pele, já vermelha e dorida. O seu corpo estremece e contorce-se ligeiramente a cada novo contacto ruidoso e doloroso. O meu corpo quente e suado pede por mais adrenalina, pede por mais um orgasmo, por mais prazer extremo e carnal. Obrigo o meu servo a deitar-se no chão de costas. Retiro-lhe a venda. Os seus olhos tentam habituar-se à luz ténue do quarto mas nem teve muito tempo para o fazer. Sento-me na sua cara e digo-lhe para me comer de novo “Desta vez tem de comer tudo”.

Controlo os movimentos com a anca deixando-o por vezes a asfixiar por algum ar. Afasto-me. Deixo-o descansar uns segundos. E ficamos por ali uma boa meia-hora onde se vai ouvindo, para além dos meus gemidos e de algumas frases de comando, o som inconfundível ora do chicote ora da palmatória nas pernas do meu servo. Meia-hora bem lambida, bem chupada. Vários orgasmos para mim, claro. Finalmente, ordeno que me foda e que se venha rapidamente que eu acompanho-o num último orgasmo partilhado, sentido e cheio de tesão contraída e retardada, porque afinal o prazer não é todo meu. Aliás, o prazer do meu submisso é a melhor maneira de eu sentir ainda mais prazer!

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