Diário de uma Submissa (Parte I)

14/01/2019
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" - Senhor, cheguei!- Anunciei ao mesmo tempo que batia com os nós dos dedos na porta do quarto 312. É assim há cerca de 4 anos. Sou a sua submissa e o ritual é sempre semelhante. Ele abre a porta, dirige-se de imediato para o interior onde só poderei entrar depois de estar pronta. Dispo o casaco na salinha que antecede o quarto. Olho-me ao espelho e sorrio perante o meu reflexo. Estou exatamente como ele gosta, feminina, sensual e provocadora. Cabelo preso num rabo-de-cavalo, lábios vermelhos e olhos carregados de rímel e delineador preto. Visto-me para o agradar, com uma camisa de noite preta, meias de rede e sapatos de salto agulha. Sinto-me sensual e poderosa, no entanto, o poder é todo dele, do meu dominador.

 Entrei no quarto e dirigi-me à cama onde ele está sentado à minha espera de chibata na mão, olhou para mim e os seus olhos percorrem-me com desejo e aprovação. Vestia apenas umas calças pretas e o teu tronco ligeiramente bronzeado e musculado deixava a minha respiração acelerada e intensa. Despi-me sem ele pedir, pois faz parte das minhas obrigações, ficando apenas com a tanguinha de renda preta. De pé, à sua frente, demonstro a minha disponibilidade e vulnerabilidade. Tocando levemente com a chibata, percorreu o contorno do meu corpo. Começou pelo pescoço, desceu pelo ombro, pela cintura e ao chegar ao rabo desferiu a primeira chibatada. Forte! Gemi baixinho e mordisquei o lábio.

  

Relembrámos a safeword e nesse momento aproximou-se beijou-me nos lábios com paixão. A sua língua força a entrada na minha boca e eu deixo-a entrar e gemo de prazer. A chibata volta a cortar o ar e sinto na mesma nádega o ardor quente e excitante na pele. Com a mão livre agarrou-me numa mama e massajou-a suavemente como que a prepará-la para o que viria de seguida. Ao terminar o beijo os seus lábios descem, vagarosamente, pelo pescoço, terminando no mamilo retesado que tanto ansiava por uma carícia mais direta. Com os lábios sugou-o e com os dentes mordiscou-o provocando-me um misto de dor e prazer. Arqueio as costas e ofereço o outro mamilo para também ser lambido e mordiscado, mas apenas mereci uma chibatada na mama. 

Sem eu esperar atirou-me para a cama onde fiquei deitada de costas, a observar os movimentos seguintes. Dirigiu-se lentamente à mesa-de-cabeceira, abriu a primeira gaveta e retirou algo que não consegui perceber o que era. Olhou para mim e sorriu enquanto se colocava de joelhos na cama, a meu lado.

- Tire as cuecas e deite-se de bruços! – Disse-me na sua voz de comando, rouca e grave. Estremeci e senti-me a humedecer rapidamente. Fiz o que me pediu e nesse instante puxou-me ambos os braços para trás das costas, senti o frio metálico, seguido do estalido inconfundível das algemas a fecharem nos meus pulsos. Algemada e de braços imobilizados atrás das costas sei que estou à sua mercê. De cara na almofada macia, rabo empinado e joelhos no colchão, fechei os olhos no momento em que voltei a sentir umas valentes chibatadas no meu rabo. Logo de seguida senti um vibrador no meu clitóris. O meu dominador sabia o que fazia: ora me penetrava a cona, ora o pressionava e friccionava contra o meu clitóris. Voltei a sentir umas chibatadas, mas agora a sensação mais forte centrava-se no meu sexo. A vibração no máximo, a pressão e os movimentos rotativos levaram-me a um orgasmo rápido e brutal. Não estava preparada para ele, fiquei sem forças mas senti-me a ser puxada pelas algemas e... 

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Dá vida ao conto com estes brinquedos:

 

Chibata Renegade Bondage Series   

 

Tanga Obsessive 

 

 

 

 

Algemas Bad Kitty 

 

Pulsador Stronic Surf 

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